sábado, 2 de março de 2019

Quadro 'Ciência Pai D'égua' da TV O Liberal fala Sobre Anemia Falciforme - Tese em Bioantropologia


Profa. Dra. Ariana da Silva no "Bom Dia Pará" (TV O Liberal)
"Ciência Pai D'égua"

Na última quinta-feira, dia 28 de fevereiro, no "Bom dia Pará", da TV O Liberal, afiliada da Rede Globo, no novo quadro do programa chamado de "Ciência Pai D'égua" foi apresentado uma reportagem sobre a Anemia Falciforme no Estado do Pará tendo destaque a tese da Profa. Dra. Ariana Kelly L S da Silva, Bioantropóloga. 

A pesquisa foi desenvolvida na Fundação Hemopa durante 08 meses e buscou compreender quais as relações entre a Ancestralidade Genética da Anemia Falciforme (DNA Ancestral), as Manifestações Clínicas e o Racismo Institucional vivenciado pelo grupo que participou do estudo. A entrevistada, Dra. Ariana da Silva, é a primeira bioantropóloga formada no Brasil e, desde o Mestrado, desenvolve pesquisa com a abordagem biocultural da Anemia Falciforme no Estado do Pará, Amazônia.

Além isso, a pesquisa de Ariana já ganhou três prêmios internacionais da Human Biology Association - HBA, Associação de Biologia Humana dos EUA, o "International Travel Award": em 2013, por ocasião do trabalho apresentado oralmente na cidade de Knoxville, TN, intitulado "The Color of Sickle Cell Disease in the Amazon"; em 2017, na cidade de Nova Orleans, LO, com apresentação do pôster "Sickle Cell Anemia, Genetic Ancestry and Public Policy in Amazonia" e, agora, em 2019, evento que ocorrerá em Cleveland, OH, onde irá participar como a apresentação oral "Sickle Cell Disease and the Relationships of Race/Color Self-Declaration and Genomic Ancestry in the Brazilian Amazon".

Desejamos nossas congratulações à Dra. Ariana da Silva, que atualmente ocupa a função de Vice-Líder do Grupo de Estudos em Bioantropologia do Estado do Pará - GEB-PA/UEPA.

O link da reportagem segue abaixo:






Fotos durante a reportagem e com a repórter Priscila Sousa - TV O Liberal


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

"Novo Foco e Fim do Estigma" - Tese em Bioantopologia aborda Doença Falciforme na Amazônia

Tese sobre Doença Falciforme é Duplamente Premiada nos EUA

Por Walter Pinto Foto Alexandre de Moraes

No corpo humano, a hemoglobina é a proteína encarregada do transporte de oxigênio aos tecidos, presente nos glóbulos vermelhos. Mas mutações genéticas podem produzir uma hemoglobina alterada, chamada Hb S. Quando uma pessoa herda do pai e da mãe dois genes com essa alteração, ela se torna portadora de uma terceira forma de hemoglobina, a Hb SS, que dificulta o transporte de oxigênio e causa uma série de enfermidades reunidas sob o nome genérico de doença falciforme. O nome faz referência ao formato de foice da hemoglobina Hb S.

A falta de oxigenação pode causar desidratação, infecções, estresse físico ou emocional, alterações bruscas de temperatura, dores ósseas, lesões nos órgãos, icterícia e anemia. Todos esses sintomas, quando associados à Hb SS, são constituintes da doença falciforme, que atinge entre 25 e 50 mil pessoas no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, que também estima em torno de 2 milhões os brasileiros portadores da Hb S, pessoas que, embora não tenham a doença, são potencialmente transmissoras.

A doença falciforme teve origem na África, durante uma endemia de malária, entre 5 e 10 mil anos atrás. Tal endemia contribuiu para o processo de seleção natural entre indivíduos que possuíam a mutação genética da hemoglobina S, os quais sobreviveram ao vetor, não sendo afetados pelo parasita, pois o formato de foice da célula não permite o desenvolvimento da malária em seu interior, ao contrário do que ocorre com a hemoglobina normal, de formato circular, ambiente propício à proliferação do Plasmodium falciparum, muitas vezes, fatal.

Quando parte da população negra africana foi trazida para o Brasil, forçada pelo processo de escravidão, que perdurou até 1888, trouxe consigo o DNA com suas mutações genéticas. Os negros, no Brasil, tiveram ativa participação no processo de miscigenação étnico-racial com brancos europeus e indígenas, contribuindo para o advento da crescente mistura genética brasileira.

Em vista disso, desde que foi diagnosticada, a doença falciforme é associada, quase que exclusivamente, à população negra. Recentemente, a bioantropóloga paraense Ariana Kelly Leandra Silva da Silva fez uma notável descoberta que vai de encontro ao estigma que relaciona a doença à genética dos “africanos”. Sua tese, A doença falciforme na Amazônia: as intersecções entre identidade de cor e ancestralidade genômica no contexto paraense, conseguiu provar que os indivíduos diagnosticados com Hb SS apresentam DNA “europeus” e “ameríndios”, assim como os “africanos” da amostra. 

Foram coletadas amostras de sangue na Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado do Pará (Hemopa) e realizados testes de ancestralidade genômica no Laboratório de Genética Humana e Médica da UFPA. Ariana Silva realizou o estudo analisando as estatísticas  do DNA de 60 pessoas com doença falciforme. Um dos resultados apontou para a maior incidência de sintomas da doença no grupo de DNA majoritariamente europeu, que equivale a 41% do total da amostra. O grupo com maior incidência de DNA africano representa 31%, e com DNA ameríndio, 28%.

Abaixo segue o link para o vídeo que resultou da tese de doutorada de Ariana Silva, que discute a Doença Falciforme no Pará, o passo a passo da pesquisa de campo, os dados socioeconômicos, as manifestações clínicas de 60 pessoas com DF e os relatos de ancestralidade genômica dos participantes da pesquisa.

A tese, realizada no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA/IFCH), sob orientação do professor Hilton P. Silva e coorientação do geneticista João F. Guerreiro, surpreendeu não só pelo resultado, mas também por representar uma mudança de foco: em geral, as pesquisas genéticas sobre doença falciforme se centram basicamente nos indivíduos com DNA majoritariamente africano, contudo, as frequências gênicas  de europeus e indígenas, formadoras da população brasileira, também possuem mutações genéticas, o que foi comprovado pela pesquisa.

Os estudos da pesquisadora paraense tiveram o reconhecimento da renomada Human Biology Association, dos Estados Unidos, que lhe concedeu dois prêmios internacionais, o International Travel Award, em 2013, quando no mestrado, e em 2017, no doutorado. A HBA é uma “organização científica sem fins lucrativos, dedicada a apoiar e a divulgar pesquisas inovadoras e ensinar sobre a variação biológica humana no contexto evolucionário, social, histórico e ambiental em todo o mundo”, como informa o site oficial da Associação.

Dores podem ser confundidas com reumatismo
A doença falciforme é a síndrome genética mais prevalente em todo o mundo. No Estado do Pará, o grupo com a hemoglobina Hb S (incluindo os de mutação Hb SS) representa cerca de 1% da população. Este grupo, como explica Ariana Silva, convive com “desafios em relação ao acesso aos serviços de saúde pública, à vulnerabilidade biossocial, aos estigmas relacionados à questão ‘raça/cor’ (de acordo com terminologia do IBGE) e às manifestações clínicas severas, de difíceis tratamentos”.

A doença pode ser detectada por meio de um exame clínico aplicado nos primeiros dias da criança, chamado Teste do Pezinho. Mas qualquer pessoa pode solicitar à rede pública ou particular um teste de eletroforese de hemoglobina para saber se tem alguma alteração alélica, ou seja, forma mutante de um gene. O diagnóstico com base na simples observação médica do paciente pode ser dificultado por sintomas que se confundem com os do reumatismo ou da fibromialgia, que são doenças que causam dores por todo o corpo.

Conforme explica a pesquisadora, as dores causadas pela doença falciforme decorrem da alteração da hemoglobina, que, de um formato redondo e consistência flexível, assume a forma de foice ou meia lua e consistência rígida, com tendência a causar vaso oclusão, o entupimento das veias, por se acoplarem umas às outras nos vasos sanguíneos. Este bloqueio pode causar dor intensa, infecções, febre, AVC ou algum tipo de alteração circulatória. Geralmente, os primeiros sintomas são dores nas articulações, que podem confundir a doença com o reumatismo.

Preconceitos vivenciados por pessoas com DF
A tese de Ariana Silva foi publicada em forma de quatro artigos. Entre os temas estudados, ela tratou dos preconceitos e determinantes sociais da saúde vivenciados por portadores da doença falciforme, além da questão do direito reprodutivo, negligenciado às mulheres nas décadas de 1980 e 1990.
“Quando alguma mãe descobria que tinha um filho com doença falciforme, era bastante corrente ouvir o conselho médico para que evitasse outro filho, porque ele também nasceria com a doença. Vinte anos depois, a medicina descobriu o transplante de medula óssea, mas a esta altura, aquela mãe, por conta da idade, já não podia ter outro filho. Isso fatalmente impediu a cura da doença, possível de ser obtida por meio do transplante, quando um irmão possui medula óssea compatível, bastando, para isso, que ambos sejam filhos dos mesmos pais.”

Ariana Silva relata, também, o caso de preconceito institucional vivenciado por pessoas, especialmente negras, que, ao procurarem atendimento para algum sintoma dolorido de DF em hospitais públicos, são obrigadas a ouvir comentários de que são “moles, preguiçosas, cheias de manhas, que são viciadas em opioides ou, ainda, que a doença, com certeza, vem de ancestrais negros”. Para a bioantropóloga, “o racismo institucional é uma das formas mais cruéis de afetar a qualidade de vida de uma pessoa com doença degenerativa. Ele pode acontecer nos hospitais, em unidades de saúde, nas escolas, nas igrejas ou dentro da própria família”.

Foi esse racismo institucional, construído dentro dos hospitais e assimilado socialmente, que, por muitos anos, manteve aceso o estigma da doença falciforme, pejorativamente tida por “doença de negro”. A tese de Ariana Kelly Leandra Silva da Silva veio para implodir esse preconceito.

Ed.146 - Dezembro e Janeiro de 2018/2019
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A doença falciforme na Amazônia: as intersecções entre identidade de cor e ancestralidade genômica no contexto paraense
Autora: Ariana Kelly Leandra Silva da Silva
Orientador: Hilton P. Silva
Coorientador: João F. Guerreiro
Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA/IFCH)



terça-feira, 20 de novembro de 2018

20 de Novembro - Dia da Consciência Negra: Palestras do GEB-PA/UEPA


O dia 20 de Novembro é considerado no Brasil o "Dia da Consciência Negra", um dia marcado pelo reconhecimento da importância de nossa Ancestralidade Africana e de enfrentamento do racismo/racismo institucional em todo o país.

Para discutir temas relacionados ao 20 de Novembro, a Profa. Dra. Ariana da Silva, vice-líder do GEB-PA/UEPA, foi convidada para ministrar duas palestras, uma na Universidade Federal do Pará, intitulada "Tópicos sobre Evolução Humana e o Estudo da África, dos Africanos e dos Afro-Brasileiros no Contexto da Implementação da Lei 10.639/2003 na Formação de Professores", que ocorreu no período da manhã para os alunos do Curso de Graduação em Pedagogia da UFPA (Belém), de 08 às 12 e, no período da tarde, no Instituto Federal de Educação do Estado do Pará, foi ministrada a palestra "Evolução Humana e o Estudo da África  e Africanidades no Enfrentamento do Racismo", de 14 às 17h, para os alunos do Curso Técnico em Informática do IFPA (Ananindeua). 

O GEB agradece à Profa. Ma. Joana Carmem (UFPA) e ao Prof. Ms. Marilúzio Moreira pelos convites e informa a todas e todos que estaremos sempre à disposição na luta contra qualquer forma de opressão étnicorracial. 

Viva a Diversidade! Diga não ao Racismo!

Imagens do Dia de Palestras do GEB-PA/UFPA na UFPA e no IFPA:

 Palestra UFPA
UFPA
UFPA
UFPA

IFPA

IFPA

IFPA





segunda-feira, 29 de outubro de 2018

I Seminário de Bioantropologia do GEB-PA/UEPA: Imagens e Atividades Realizadas.


O "I Seminário de Bioantropologia do GEB-PA/UEPA: A Perspectiva Biocutural da Antropologia" foi uma experiência muito gratificante! Tivemos 200 inscritos e um público bastante diverso, com estudantes do Ensino Médio, Graduação e Pós-Graduação de várias instituições de ensino públicas e privadas e, em especial, discentes da Universidade do Estado do Pará, que além de participar como ouvintes, ajudaram na organização do evento.

Parabenizamos a todos e todas que participaram do nosso seminário e agradecemos imensamente pelo aprendizado substancial que os palestrantes nos proporcionaram durante todo o dia. Mil vezes, obrigada!!! A parte cultural com os músicos no violão (pela manhã) e no teclado (no final) também foi especial, além dos sorteios de livros após o almoço e na despedida do evento, momento de grande expectativa entre os que foram sorteados com livros doados pelo Museu Emilio Goeldi, pelo grupo de Estudos Afro-Amazônicos (GEAM), pelo Laboratório de Estudos Bioantropológicos em Saúde e Meio Ambiente (LEBIOS) e amigos e amigas, que fizeram questão de contribuir. 

Estamos muito honrados com tudo e esperamos encontrá-los o ano que vem, novamente, a fim de fortalecer os estudos e a pesquisa científica em Bioantropologia na Amazônia!

Abaixo seguem alguns momentos do seminário!

Abertura musical e seminários com o Prof. Ms. Elton Sousa e Profa. Ma. Eliene Putira

Palestras e entrega de certificado com Profa. Dra. Ligia Filgueiras, Profa. Ms. Maira Melo, Prof. Dr Pedro da Glória.
Intervalo com vendas de produtos para arrecadaçao de fundos para o GEB-PA/UFPA.

Palestras com Prof. Ms. Mariolúzio Moreira, Prof. Dr. Pedro da Glória, Prof. Dr. Flávio Barros e
Profas. Dras. Lígia Filgueiras e Ariana da Silva
Palestras com Prof. Edson Ramos, Profa. dr Flávio Barros,
Profa. Dra. Isabela Guerreiro e Prof. Ms Elton Sousa

Certificado e Palestra da Profa. Ma. Eliene Putira, Palestra da Profa. Ma. Roseane Tavares e
Animação de Sorteio de Brindes com Aline Saraiva
Certificados à Profa. Dra. Isabela Guerreiro, ao Prof. Ms. Alisson Lima,
ao Prof. dr. Flávio Barros e ao Prof. Dr. Edson Ramos
Exposição sobre Evolução Humana. Profa. Dra. Ariana Silva, Profa. Dr. Pedro da Glória e Profa. Dra. Lígia Filgueiras junto ao pôster em homenagem ao fóssil de Luzia (a ancestral mais antiga das Américas, atingida pelo fogo no incêndio no Museu Nacional do RJ) e o "mascote" João junto aos ancestrais humanos (filho da Profa. Lígia) e demais participantes.

Preparativos no dia anterior do evento no Auditório Paulo Freire. Exposição Fotográfica,
sobre Evolução Humana e de Pôsteres durante o evento.

Sorteio de brindes, produtos do GEB-PA/UEPA e equipe de apoio do seminário.
Parabéns a tod@s e até breve no próximo evento!
Os certificados dos inscritos que participaram como ouvintes serão disponibilizados via e-mail a partir do dia 15 de Novembro com a respectiva carga horária.

Em breve teremos novas atividades do GEB-PA/UEPA!!

Fiquem atentos!!! :) 

Muito obrigada, querid@s!

Organização:

Coordenação do GEB-PA/UEPA



Apoio:








segunda-feira, 10 de setembro de 2018

I Seminário de Bioantropologia do GEB-PA/UEPA: 19 de Outubro de 2018

I Seminário de Bioantropologia do GEB-Pará/UEPA 


FALTAM 04 DIAS!! Anotem em suas agendas! Vamos lá???!!! 

A Bioantropologia "investiga os processos evolutivos e adaptativos bioculturais e a relação com o ambiente natural desde os ancestrais primatas (Primatologia), os hominíneos do passado (Paleoantropologia) até as populações humanas contemporâneas (Biologia Humana), e auxilia nos estudos das bases biológicas e sócio-ecológicas do comportamento humano no passado e no presente, contribuindo para a integração dos campos da antropologia e para compreensão do fenômeno Humano" [1].

O Grupo de Estudos em Bioantropologia do Pará – GEB-Pará/UEPA visa disseminar pesquisas e perspectivas no campo da Bioantropologia a fim de socializar as diversas áreas de atuação dos Bioantropólogos recém-formados no Brasil, com a intenção de abrir um espaço de debate nessa nova área científica que se inicia na Amazônia.

Desse modo, o GEB-Pará/UEPA gostaria de convidar a comunidade acadêmica da Universidade do Estado do Pará (UEPA) e demais interessados a participar do 
I Seminário de Bioantropologia da UEPA, para que estudantes graduandos e pós-graduandos possam ter acesso aos temas de interesse e possíveis linhas de pesquisa dessa grande área da Antropologia. Inscrições gratuitas. 

Emissão de certificados. As vagas são limitadas! 

INSCRIÇÕES ENCERRADAS. 
DÚVIDAS ACESSEM O LINK: 
https://goo.gl/forms/jKXhKTIMTf7rP0Z92 
OU ESCREVAM PARA O NOSSO E-MAIL:





Mais informações:
E-mail: bioantropologia.pa@gmail.com

Blog: Grupo de Estudos em Bioantropologia do Estado do Pará - GEB – PA

Disponível em: http://bioantropologiadopara.blogspot.com/

Fanpage: Grupo de Estudos em Bioantropologia do Pará - GEB - PA/UEPA

Disponível em: https://www.facebook.com/bioantropologia.pa/

Segue a programação completa:

Número máximo de participantes: 200


PROGRAMAÇÃO ATUALIZADA DO I SEMINÁRIO DE BIOANTROPOLOGIA DO GEB-PA/UEPA
HORÁRIOS
ATIVIDADES

08h00 – 08h30
Credenciamento
Músicos

08h30 – 09h00
Abertura Oficial com o Diretor do CCSE/UEPA

09h00 – 09h20
Abertura GEB-Pa/UEPA:
Algumas Considerações sobre a Bioantropologia
 (Lígia Filgueiras, Ariana da Silva e Roseane Tavares - GEB-Pa/UEPA)

09h20 – 09h40
Prof. Ms. Elton Sousa (UFPA/CASTANHAL)
Palestra: “Capacidade Funcional e Condições Socioecológicas em Idosos Longevos: Uma Amostragem dos Ex-Combatentes da II Guerra Mundial em Belém (PA)”

09h40 – 10h00
Eliene Rodrigues Putira Sacuema (PPGA/LGHM/UFPA)

Palestra: “Saúde de Indígenas Mulheres: Antropologia e Câncer de Colo de Útero em Grupos Étnicos Xikrin do Cateté e Asurini do Trocará no Estado do Pará, Amazônia, Brasil”
10h00 – 10h10
Perguntas
10h10 – 10h30
COFFEE BREAK
10h30 – 10h50
Prof. Dr. Edson Marcos Leal Soares Ramos (LASIG-UFPA)
Palestra: “Intervenção em Comunidades Quilombolas Remanescentes da Ilha do Marajó: Educação, Saúde e Nutrição”

10h50 – 11h10
Prof.ª Ms. Roseane B Tavares e Prof. Ms. Alisson B Lima (GEB-PA/UEPA)
Palestra: “O Programa Mais Médicos no Brasil e no Pará – Um Olhar para as Populações Vulneráveis”
11h10 – 11h20
Perguntas




11h20 – 12h00






EXPOSIÇÃO DE PÔSTERES E FILMES
Roteiro: Ariana da Silva
Filme 1: “Doença Falciforme e Ancestralidade Genômica no Estado do Pará” – Duração: 12’11”


 Roteiro/Entrevista: Pedro da Glória
Filme 2: O que é Bioantropologia – Duração: 16’06”

Roteiro: Lígia e Rose
Filme 3: Caxiuanã – Olimpíadas

Exposição de Pôsteres

SORTEIO DE BRINDES





 11h30 – 12h00
12h00 – 13h30
Intervalo para o Almoço

13h30 – 13h50
Prof. Dr. Pedro Totora da Glória (USP E PPGA/UFPA)

Palestra: “Reconstruindo a Dieta de Populações Antigas a partir dos Dentes”
13h50 – 14h10
Prof. Dr. Flávio Bezerra Barros (INEAF/PPGA-UFPA)
Palestra: “Caça, Comida e Cultura na Amazônia”
14h10 – 14h20
Perguntas

14h20 – 14h40
Prof.ª Dr.ª Isabela Diniz (PPGA-UFPA)
Palestra: “Associação de marcadores moleculares com o índice de massa corporal em populações de Nativos Americanos da Amazônia Brasileira"
14h40 – 15h00
Prof.ª Dr.ª Ariana da Silva (GEB-Pa/UEPA/SEDUC)
Palestra: “A Doença Falciforme na Amazônia Paraense: Aspectos Genéticas e Sociorraciais”
15h00 – 15h10
Perguntas

15h10 – 15h30
Prof. Ms. Marilúzio Moreira (IFPA/IML)
Palestra: “Antropologia Forense e Direitos Humanos”

15h30 – 15h50
Prof.ª Ms. Maíra Melo (IFPA)
Palestra: “Doutores do Mato: Saberes Ecológicos Tradicionais dos Quilombolas do Bairro Alto, Ilha do Marajó/PA”
15h50 – 16h00
Perguntas
16h00 – 16h20
COFFEE BREAK
16h20 – 16h40
Profª Dr.ª Lígia A Filgueiras (GEB-Pa/UEPA/SEDUC)
Palestra: “Panorama da Saúde de Populações Ribeirinhas e Quilombolas na Região Amazônica”
16h40 – 17h00
Perguntas

17h00 – 17h30

Exposição sobre Evolução Humana (Acervo LEBIOS)

17h30 – 18h00

Momento Cultural/Encerramento/
SORTEIO DE BRINDES

            
ORGANIZAÇÃO


                

COORDENAÇÃO
Grupo de Estudos em Bioantropologia do Estado do Pará – UEPA
GEB/Pará-UEPA


Prof.ª Dr.ª Lígia A Filgueiras
Líder do GEB/Pará-UEPA

Prof.ª Dr.ª Ariana K L S da Silva
Vice-Líder do GEB/Pará-UEPA


APOIO